Demandas sociais ampliam opções de investimento em Franquias

Demandas sociais ampliam opções de investimento em Franquias

A estimulação cognitiva é uma oportunidade, já que há uma mudança de comportamento do consumidor

O avanço da vacinação no Brasil traz um novo cenário para o empreendedorismo brasileiro sobre as realidades que emergiram ao longo da pandemia da Covid-19. Enquanto a sociedade viveu mudanças bruscas trazidas pela nova condição social, investidores passaram a identificar novos nichos evidenciados pelas demandas sociais.

Entre eles está o segmento de Saúde e Bem-estar, uma das maiores tendências de mercado reforçada, sobretudo, pela ressignificação de valores e maior preocupação com a segurança alimentar e mental em um contexto de incertezas.

Um estudo feito pelo jornal The Economist, com 20 tendências de comportamento para o mundo no pós-pandemia, identificou que ressignificar a saúde e o bem-estar estarão entre alguns dos principais pontos de atenção para o consumo com o avanço da vacinação em massa. 

A análise considerou a opinião de mais de 50 especialistas e destacou a Educação online e offline, o avanço da telemedicina, aumento do e-commerce e maior valorização da saúde mental, também em ambientes coorporativos, sobretudo no auxílio a colaboradores que precisam enfrentar as situações de agressividade, solidão e angústia.

Crescimento na pandemia

O ano de 2020 foi o 3° em que o Supera, rede de escolas de ginástica para o cérebro, mais matriculou alunos em 15 anos de atuação no Brasil.

Para o diretor da marca no Brasil, Braitller Lara, este movimento desenha um crescimento do negócio também como reflexo direto da pandemia e das mudanças na rotina escolar de milhões de crianças no Brasil.

“A pandemia trouxe para o Supera uma demanda que veio como consequência das perdas na assimilação do conteúdo escolar em diferentes faixas etárias, crianças e jovens que estamos atendendo em nossas unidades de todo o Brasil”, pontuou o diretor.  

E o diretor de Gestão de Franquias do Método Supera, Carlos Oliveira, foi mais além. “As perdas humanas e materiais da pandemia mudaram a rota também dos negócios e consumo. Estamos diante de uma mudança de comportamento do consumidor que está ressignificando o que é importante: saber lidar com adversidades, cuidar do corpo e da mente, ter resiliência e, sem dúvida, utilizar melhor as suas capacidades físicas porque são essas coisas que nós conseguimos controlar”, detalhou.

Com a ajuda de Carlos Oliveira, o Supera enumerou sete motivos que colocam a estimulação cognitiva como uma das principais tendências de negócio neste momento.

1. Defasagem no ensino  

Uma das maiores demandas do pós-pandemia é, sem dúvida, a defasagem no ensino que, em menor ou maior grau, atingiu estudantes de diferentes classes sociais e faixas etárias. “Nossa maior demanda, neste momento, que se mostra em 2021 com muita força, é para estudantes do ensino fundamental, muito que não conseguem mais se reconectar com as realidades escolares”, disse Bárbara Perpétuo.

2. Impactos da Covid-19 no cérebro

Perda de memória, confusão mental e dificuldade de raciocínio são alguns dos problemas relatados por pessoas que foram acometidas pelo vírus no último ano. Mesmo em casos leves da doença, são inúmeros os relatos de pessoas que, uma vez em contato com o vírus, mesmo depois de sua recuperação, desenvolveram a chamada “Covid longa”, ou “Covid persistente”, uma demanda abarcada pela ginástica para o cérebro oferecida hoje pelo método Supera em todo Brasil.

3. O mercado de Saúde e Bem-estar

Em artigo divulgado ainda em julho de 2020, o Sebrae pontuou alguns dos novos padrões de consumo e tendências de mercado no pós-pandemia, entre eles a busca por uma saúde mental e a preocupação com o corpo e a mente, que tendem a continuar, segundo a entidade.

Na contramão da pandemia, os setores de Saúde, Beleza e Bem-estar registraram desempenho positivo de 5,4% no 4º trimestre do ano passado e de 3,1% durante 2020. O segmento foi beneficiado, entre outras coisas, pela acentuação do desejo de bem-estar na sociedade mesmo em um contexto tão delicado e o redirecionamento de recursos para fins voltados ao cuidado do corpo e da mente.

4. Mercado de trabalho mais competitivo

Com a acentuação do desempenho como conhecemos hoje, a tendência para os próximos anos é uma ressignificação do trabalho, o que deve acentuar a concorrência no mercado de trabalho e exigir mais resiliência das novas gerações, conquistadas com a prática da estimulação cognitiva.

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5. Inteligência emocional ainda na infância

Uma das maiores queixas da geração X e Y é a ausência de inteligência emocional para lidar com problemas da vida uma vez que os conteúdos do ensino médio e fundamental não priorizaram, em muitos casos, a resolução de problemas.

“Quando estimulamos a inteligência emocional e a capacidade de resolução de problemas ainda na infância estamos criando uma cultura muito mais assertiva para as próximas gerações e a ginástica para o cérebro atua diretamente nisso”, assegurou Carlos Oliveira.

6. Aumento da expectativa de vida

O aumento da expectativa de vida é um fenômeno global e no Brasil cria demandas sociais, voltadas especialmente a qualidade de vida do público 60+.

“Os 60+ tem características únicas dentro do consumo, que eu diria, até mesmo, valiosas. São pessoas fiéis, que entendem a importância do autocuidado neste momento. Este é o público que mais busca estimulação cognitiva com o método Superal, com excelentes resultados para diferentes faixas etárias”, explicou Carlos.

7. Saúde mental em alta

A pandemia ressignificou o autocuidado, uma tendência de consumo e comportamento que deve se manter também nos próximos anos. Para Sueli Campos, consultora especialista no segmento de franquias, no pós-pandemia o uso das capacidades mentais estará diretamente ligado a sobrevivência humana.

“Todas essas mudanças demonstram que o ser humano, quando provocado e tendo a sua sobrevivência ameaçada, precisa pensar e estimular sua capacidade cognitiva. Será mesmo que buscar conhecer e exercitar as suas capacidades e habilidades mentais e motoras seria apenas uma tendência para este momento? Ou seria mais uma necessidade de sobrevivência? Eu opto pela segunda opção. Estamos falando de sobrevivência e desenvolver nosso cérebro fará toda diferença neste novo contexto, seja para descobrimos uma nova aptidão ou mesmo para o sustento de nossa família. É certo que a pandemia vai passar, mas também é certo que um mundo novo surgiu e nele as informações e sobretudo o pensamento, o estímulo à capacidade cognitiva será uma exigência imposta a todos, diante dos novos desafios em reconstruir um mundo que não será mais o mesmo”, concluiu a especialista.

Fonte: assessoria de imprensa

Por Rafael Gmeiner
Editor do site Mundo das Franquias


Agência VitalCom

Rafael Gmeiner

Jornalista, especialista em Produção de Conteúdo e Assessoria de Imprensa. Atualmente é CEO da Agência VitalCom e do site Mundo das Franquias. Há 20 atuando com Jornalismo e Comunicação, conta sua experiência com passagens por jornais impressos, televisão, rádio e sites, e acumula sete anos no segmento de Franquias