Microfranquias são opções para desempregados

Microfranquias são opções para desempregados

Especialista em franquias mostra que este modelo é o mais seguro para quem quer ter uma renda extra ou investir em um negócio próprio

Segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising), atualmente mais de 15 áreas de negócios funcionam no modelo de franquia no Brasil. Contudo, devido à crise de desemprego causada pela pandemia do novo coronavírus, para aqueles que desejam sair do vermelho e ingressar nesse tipo de negócio, a microfranquia é a forma mais segura e aconselhada pelos especialistas da área.

Para a especialista em franquias, Sueli Campos, todo negócio possui seu risco, mas a experiência e a ratificação da marca diminuem as ameaças negativas. “Alguns empreendimentos têm mais risco do que outros. O que faz com que o investimento em um negócio de franquias tenha um risco minimizado é o fato de se investir em um algo já validado, que possui uma marca no mercado e know-how e, portanto, está apta a dar todo o suporte ao investidor. Tenho visto muita procura por um modelo de baixo investimento, tanto para pessoas que buscam outras fontes de aumento de renda, como por pessoas que perderam seus empregos e buscam investir em um negócio próprio. O modelo de microfranquia é muito mais seguro para o investidor, por ter um valor baixo de investimento e possuir retorno mais rápido”, comenta.

A rede de cafeterias Sterna Café, para desviar da crise econômica e das consequências das regras de isolamento, resolveu se reinventar e apostou no Sterna Café Dark Kitchen, um negócio que consiste em um espaço reduzido, que serve apenas para o preparo, sem relacionamento físico com o cliente. “Esse novo formato é focado apenas no preparo e na entrega, sem necessidade de uma área para atendimento. É uma ótima oportunidade para um novo perfil de empreendedor ou para quem precisa se reconstruir diante da crise”, explica o fundador da rede, Deiverson Migliatti.

E Sueli ressalta a atenção que ambas as partes devem ter. “Porém é importante tanto ao investidor, quanto para a franqueadora, fazer a análise de perfil, para que ambos saibam exatamente como desenvolver essa parceria de sucesso. Ao investidor cabe definir sua identidade com a marca que pretende e estar disposto a trabalhar com diretrizes pré-determinadas. A franqueadora cabe entender o comportamento e necessidades do candidato ao seu sistema de negócio”, finaliza a especialista.

Se quiser saber mais sobre o que é e como funciona o modelo Dark Kitchen, clique aqui e veja a matéria que publicamos aqui no Mundo das Franquias.

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Por Rafael Gmeiner
Editor do site Mundo das Franquias


Agência VitalCom

Rafael Gmeiner

Jornalista, especialista em Produção de Conteúdo e Assessoria de Imprensa. Atualmente é CEO da Agência VitalCom e do site Mundo das Franquias. Há 20 atuando com Jornalismo e Comunicação, conta sua experiência com passagens por jornais impressos, televisão, rádio e sites, e acumula sete anos no segmento de Franquias